Um olhar sobre a Prostituição Masculina ...


26/03/2008


LANÇAMENTO DO LIVRO

 

MEU LIVRO Um olhar sobre a Prostituição Masculina
Será lançado em julho (3lugares eu vou avisá-los) e em AGOSTO BIENAL DIA 17/8 DAS 16 ÁS 18:30 HS - EDITORA SCORTECCI
Visitem meu blog
http://andresavicentini.blog.uol.com.br/

Escrito por Andresa Vicentini/pesquisadora às 02h00 AM
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23/03/2008


CENTRO DE REFERÊNCIA DA DIVERSIDADE

Está semana estive no CRD á convite de Taís de Azevedo para conhecer este trabalho MARAVILHOSO direcionado a profissionais do sexo e doentes de AIDS.

Contribuirei com este Centro, pois ele trará dignidade aos profissionais da noite que são excluídos.PARABÉNS pela iniciativa da Prefeitura de SP , da União Européia e seus colaboradores (coordenadora Ana Paula , escritora,colunista Cláudia wonder, psicóloga Marília Capponi, assistentes sociais,enfim toda equipe que me recebeu muito bem.

Agora APOIAREI este Centro!!!

Obrigada  Ana Paula Coordenadora pela oportunidade de contribuir para o CRD

    Prefeitura inaugura Centro de Referência da Diversidade voltado a profissionais do sexo 
    
Por William Magalhães 12/3/2008 - 19:04


 
 No começo da tarde desta quarta-feira a prefeitura de São Paulo deu um importante passo no reconhecimento dos direitos de um segmento da população comumente marginalizado. Travestis, transexuais, homens e mulheres profissionais do sexo, além de portadores do HIV que se encontram em situação de vulnerabilidade contam agora com o Centro de Referência da Diversidade.

A iniciativa é resultado de uma parceria da prefeitura da cidade e as secretarias de Assistência e Desenvolvimento Social, Trabalho, Cultura, Participação e Parceria, Relações Internacionais e as subprefeituras da Sé e da Mooca com União Européia e as Ongs Grupo Pela Vidda e Nós do Centro.

Localizado na rua Major Sertório, próximo a esquina com a rua Rego Freitas, a meta do CRD é atender entre 1.000 e 6.000 pessoas para oferecer diversas atividades como oficinas profissionalizantes com foco em geração de renda. O centro conta ainda com psicólogos, assistentes sociais e dará também apoio jurídico.

Esqueça a história de que as travestis gostariam de fazer cursos de maquiagem e/ou corte de cabelos. Na opinião de Ana Paula Alberico, coordenadora do CRD “essa história é batida”. Até por isso o Centro não tem ainda nenhuma oficina programada ou proposta de quais serão as primeiras atuações. “Já é uma forma de respeitar o nosso público. Nossos primeiros passos será cadastrar e descobrir o público alvo. A intenção é fazer um mapeamento e descobrir qual é a demanda da região, para então formatar as oficinas”, explica.

A diva da noite paulistana Claudia Wonder será uma das monitoras de abordagem do Centro. “Farei um trabalho de campo”, conta a moça, dizendo que fica responsável pelo contato direto com o público-alvo, oferecendo assistência.

O vereador Gilberto Natalini (PSDB), representando a Câmara Municipal, lembrou em seu discurso da criação da CADS, pelo então prefeito José Serra, e disse que sobre a defesa da diversidade “muitos falam, mas poucos fazem”.

Floriano Pesaro, secretário de Assistência Social, classificou a abertura do centro como um marco nas políticas públicas e o fato “mostra que elas devem ser transversais e intersetoriais”. O secretário disse que a “criação do CRD é corajosa para uma sociedade conservadora. Pesaro declarou que se a cidade de São Paulo não for de todo mundo, através de ações como essa, não será de ninguém.

Escrito por Andresa Vicentini/pesquisadora às 02h04 PM
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22/03/2008


Comentário do leitor

 
 Bom dia...
 
 
 O que dizer quando um indivíduo começa a chorar sem saber o porquê, e só enão, após começar a chorar, lhe vem motivos para fazê-lo? Desesperadamente me senti assim ontem a noite e fui dormir... Hoje acordei, e fazendo algumas pesquisas, como quem quisesse encontarr respostas para sei lá o quê, encontrei o seu blog e fiquei estremamente comovido, emocionado e apaixonado por uma pessoa com esta ótica sobre a vida!
 
 Você me surpreendeu! Me fez entender porquê choro. Não choro "do nada". Muito pelo contrário.
 
 
 Um beijo.
  

Escrito por Andresa Vicentini/pesquisadora às 11h55 PM
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